Vitor Ramil

Compositor, letrista, cantor e escritor brasileiro, Vitor Ramil é autor de onze álbuns: Estrela, Estrela (1981), A paixão de V segundo ele próprio (1984), Tango (1987), À beça (1995), Ramilonga - A estética do frio (1997), Tambong (2000), Longes (2004), Satolep Sambatown (com Marcos Suzano - 2007), délibáb (CD+DVD - 2010), Foi no mês que vem (duplo - 2013) e Campos Neutrais (2017).

Lançou as novelas Pequod (1995), Satolep (2008) e A primavera da pontuação (2014); o ensaio A estética do frio - Conferência de Genebra (2004); e dois songbooks: Vitor Ramil (2013) e Campos
Neutrais (2017).

Autor de música e letra da maior parte de seu repertório, Vitor também musicou e gravou poemas de Jorge Luis Borges, João da Cunha Vargas, Angélica Freitas, Fernando Pessoa, António Bótto, Allen Ginsberg, Juca Ruivo, Paulo Leminski, Arnaut Daniel e Emily Dickinson; compôs em parceria com Chico César, Jorge Drexler, Kleiton e Kledir, Zeca Baleiro, André Gomes eJoãozinho Gomes, entre outros parceiros; e versionou quatro canções de Bob Dylan e uma de Xöel Lopez.

Suas canções já foram cantadas por intérpretes como Mercedes Sosa, Chico César, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Fito Paez, Jorge Drexler, Kátia B, Kleiton e Kledir,
Adriana Maciel, Tommy Körberg, Gal Costa, Zeca Baleiro, MPB4, Pedro Aznar, Lenine, Ceumar, Maria Rita, Gutcha e Ian Ramil.

Seus álbuns reúnem um enorme elenco de músicos e arranjadores, entre eles, Nico Assumpção, Carlos Moscardini, Egberto Gismonti, Santiago Vazquez, Marcos Suzano, Hélio Delmiro, Carlos Bala, Hugo Fattoruso, Pedro Aznar, André Gomes, Franco Luciani, Wagner Tiso, Vagner Cunha e Quinteto Porto Alegre.

Vitor recebeu dois Prêmios da Música Brasileira: Melhor Cantor Voto Popular por Satolep Sambatown (2008) e Melhor Cantor Regional por délibáb (2011) e venceu o Prêmio Açorianos de Música dezoito vezes.

A novela Pequod (editora Artes e Ofícios) foi traduzida e publicada na França em 2004 pela editora L’Harmattan e deu a Vitor um Prêmio Açorianos de Literatura (Autor Revelação). As duas outras novelas Satolep e A primavera da pontuação foram publicadas no Brasil pela editora Cosac Naify.

O ensaio A estética do frio - Conferência de Genebra (edição bilíngue português-francês, edição Satolep Livros) é uma reflexão do artista sobre o próprio trabalho e seu contexto social e cultural. Sobre o Rio Grande do Sul, onde vive e trabalha, Vitor Ramil afirma: “Não estamos à margem de um centro, mas no centro de uma outra história”.

Seu álbum mais recente, Campos Neutrais, traz no título uma referência ao tratado de Santo Ildefonso, 1777, que definia uma zona neutra entre os reinos de Portugal e Espanha. Os Campos
Neutrais históricos tornaram-se emblemáticos da condição de fronteira do Rio Grande do Sul e, no imaginário contemporâneo, ficaram associados às ideias de liberdade, diversidade humana e
linguística, miscigenação e criatividade.

Campos Neutrais reúne o percussionista argentino Santiago Vazquez e o Quinteto Porto Alegre (metais) e conta com as participações de Chico César, Zeca Baleiro, Gutcha, Carlos Moscardini e Felipe Zancanaro. Os arranjos de metais são de Vagner Cunha. É o primeiro disco de Vitor Ramil gravado em Porto Alegre (com exceção das gravações de Santiago y Moscardini, realizadas em Buenos Aires). As gravações e mixagens ficaram a cargo de Moogie Canazio, que posteriormente mixou o trabalho em Los Angeles EE.UU. O repertório traz quinze canções inéditas de Vitor, algumas em parceria com Chico César, Zeca Baleiro, Angélica Freitas, Joãozinho Gomes e António Bótto, e duas versões, uma para Sara, de Bob Dylan, e outra para Tierra, do galego Xöel Lopez.
O songbook Campos Neutrais traz as partituras das quinze canções do álbum homônimo, mais textos e fotos. Campos Neutrais teve duas indicações ao Grammy Latino, como Melhor Álbum de Música Brasileira e Melhor Arranjo (música Campos Neutrais).

Em 2019 estreiou Avenida Angélica, espetáculo de canções inéditas compostas a partir de poemas da poeta Angélica Freitas. À exceção de Stradivarius, do álbum Campos Neutrais, todas as demais canções são inéditas: rilke shake, r.c., família vende tudo e vida aérea, entre outras. Isabel Ramil é a responsável por vídeos, iluminação e cenografia.

Vitor Ramil nasceu em 7 de abril de 1962 na cidade de Pelotas, RS, Brasil.

Discos
  • Campos Neutrais

  • Foi no mês que vem

  • délibáb

  • Satolep Sambatown

  • Longes

  • Tambong

  • Ramilonga

  • À Beça

  • Tango

  • A paixão de V segundo ele próprio

  • Estrela, Estrela

Notícias
Labirinto

Labirinto

Está disponível no Youtube o videoclipe de "Labirinto". A música, parceria de Vitor Ramil com Zeca Baleiro, faz parte do álbum Campos Neutrais (2017). O vídeo é uma realização de Antonio Ternura. Confira texto de Vitor Ramil sobre este trabalho: Compus a música de Labirinto em Buenos Aires. Ela nasceu de uma sequência de quatro acordes que se repetiam enquanto eu buscava uma melodia que, ao contrário, se desenvolvesse sem repetições, que fosse sempre em frente. Fiquei improvisando e gravando por muito tempo. A certa altura algumas passagens melódicas começaram a voltar e a querer se impor, fazendo...

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